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quinta-feira

ROAD HOUSE

Um clássico de Patrick Swayze. No Brasil o filme recebeu o título de Matador de Aluguel. Abaixo duas cenas, uma de briga no bar onde Dalton foi contratado e a seguinte da luta final.



É claro que estou procurando o torrent para baixar este filme. Nunca fui muito fã de filmes de luta, mas este "Sessão da Tarde" vale a pena.

Patrick Swayze continuará atuando mesmo fazendo quimioterapia para se curar do câncer no pâncreas, que descobriu recentemente. O assessor do ator afirmou que não foi por causa do tratamento que Patrick recusou papel num longa. Segundo ele, Swayze recusou o papel por razões artísticas e também porque está esperando uma resposta do canal A&E, sobre o piloto da série The Beast, onde ele interpreta um agente do FBI nada convencional. O papel recusado pelo astro era para o filme Fired Up, para interpretar um técnico gay de torcida organizada.

The Spirit



Depois de Sin City e 300, Frank Miller encabeça mais uma adaptação dos quadrinhos. Da obra prima do fantástico Will Eisner, The Spirit. Pelo trailer já dá para ter um idéia do que vem por aí.
Samuel L. Jackson, Scarlett Johansson e Eva Mendes são os destaques do elenco.

Mais Eva Mendes gostosa no link.

terça-feira

O INCRÍVEL HULK


Estou indo agora para o cinema assistir. Assim que voltar deixarei aqui minhas considerações. Enquanto isso fiquem com a versão original do seriado, com Lou Ferrigno pintado de verde e cabelinho de vassoura que alegravam nossas tardes a muito tempo atrás.

E aqui uma cena bizonha do Thor
jogando machado no gigante esmeralda.

PS: Eu já sabia que ia ser muito bom.

quarta-feira

HULK

Depois do fiasco da pulga verde saltitante, sim, porque o que foi aquela perseguição tosca dos helicópteros, a Universal aposta outra mão para personificar o gigante esmeralda. Eduard Norton é Bruce Banner. Os efeitos de computação gráfica estão mais trabalhados, ao que parece, e a interação entre atores e o Hulk em cena também. Para quem já viu o trailer no cinema, vale conferir também a cena abaixo, do primeiro confronto de Emil Blonsky e Hulk.

Quer saber mais? incrediblehulk.marvel.com ou as últimas notícias sobre o verdão no Omelete.

MAMA MIA

Enquanto a midia de fofocas espera o nascimento dos gêmeos de Angelina Jolie, debatendo se os bebês já nasceram ou ainda nao, nota mais cedo, a guerra pela compra dos direitos de exclusividade das fotos das crianças teria chegado à absurda cifra de USD 15 milhoes. A disputa seria entre as revistas People e a OK!, diz o site. Enquanto isso, a revista Vanity Fair saiu com Angelina na capa, visual Barbarella e os seios em destaque, afirmando que a gravidez pode ser sexy.

Fonte:Blue Bus




Nota: Alguma dúvida de que ela fica gostosa de qualquer jeito?!??!!? Falou o cara que viu a primeira sessão de Tomb Raider na primeira fila no dia do lançamento quando conseguiu finalmente tirar férias.


Mais imagens da Angelina
aqui.

quinta-feira

30 ANOS DE STAR WARS




A revista Empire, inglesa especializada em cinema, comemora o aniversario de 30 anos de 'Star Wars' saindo hoje com 30 capas diferentes. Cada uma exibe um personagem da saga - Hans Solo, Darth Vader, Princesa Leia, R2D2 etc. Todas podem ser compradas pela internet, com desconto para quem estiver fazendo compras múltiplas - para leitores no Brasil, o kit completo custa R$ 583. Há uma ediçao especial de apenas 10 exemplares com capa dourada e o controverso personagem Jar Jar Binks - os leitores que conseguirem encontrar esses exemplares ganharao um brinde enviado diretamente por George Lucas. Noticia do Media Guardian diz que as capas foram criadas em parceria com a Lucasfilm. Clique aqui para ver todas as capas.

sábado

Grindhouse

Tarantino e Rodriguez. Rodriguez e Tarantino. Dois cineastas de estilos diferentes e com tantas afinidades. O papo que rola é que Grindhouse surgiu como uma piada entre os dois diretores que Robert Rodriguez resolveu levar a sério como seu próximo projeto. Tarantino sempre faz sessões de filmes em sua casa e os filmes que ele apresenta são sempre filmes B, grande influência nos projetos dele. Acontece que nessas projeções particulares, Quentin Tarantino usava toda a parafernália da época, com os trailers, propagandas de doces e outros elementos que eram ordinários do cinema nos 70's. O filme é uma apresentação dupla composto por Planet Terror de Robert Rodriguez e Death Proof de Quentin Tarantino.

Planet Terror
Em Planet Terror, o diretor Robert Rodriguez vem em rotação máxima e lhe dá uma patada na cara a cada frame novo do filme. Nessa história estamos em uma cidadezinha do meio-oeste americano, que sofre, aparentemente, de uma epidemia que cria feridas que são altamente contagiosas. Com os casos aumentando hora, após hora e com a suspeita de que os contagiados estejam se tornando mutantes canibais, a polícia e os médicos locais começam a usar medidas extremas para combater o mal que assola a região.

Violência gratuita, close-ups em ferimentos gangrenados, membros arrancados, cabeças rolando e piadas do melhor humor negro fazem de Planet Terror um clássico dos filmes B, ou trash? Grindhouse é o termo que define filmes risíveis de gênero como kung fu, giallos, filmes de exploração sexual, blaxpoitation e faroestes espaguete. O que Rodriguez apontou em uma de suas entrevistas sobre o filme é que os posters sempre eram melhores que o filme e Planet Terror e Death Proof seriam as exceções.

Como já é de costume em filmes de Rodriguez, Planet Terror tem diversos protagonistas, com diversas histórinhas que se misturam com a trama central. Temos o casal de médicos Willian [Josh Brolin] e Dakota Block [Marley Shelton] que estão tendo problemas matrimoniais, o fodássimo El Wray [Freddy Rodriguez] e sua ex-namorada, a Go-Go girl que sonha em ser uma stand-up comediante Cherry Darling [Rose McGowan] e os irmãos Hague [Jeff Fahey e Michael Biehn], um elenco escolhido à dedo que se encaixou perfeitamente com seus personagens marginais e com um senso de justiça vigilante. Como todo bom filme de ação deve ser.

A história é tão cliché que por vezes achei que estava assistindo a um filme dos anos 70/80 de terror trash, todos os elementos estão presentes e para falar a verdade, apesar de toda a violência exagerada [porém dentro do contexto, afinal matar zumbis não é tarefa fácil], Rodriguez ainda conseguiu contornar outros artifícios que tornavam a maioria desses filmes em pérolas da breguice e construiu uma história que mesmo sendo corriqueira por vezes, usa do bom humor como escudo para o mal gosto, tornando o filme estiloso e, possivelmente agradável mesmo para aqueles fracos de coração.

A edição, como é bem comentado em fóruns de Internet, foi detalhadamente arquitetada para os filmes terem aquela cara de película gasta e velha de cinemas lixão que você só encontra no centrão da sua cidade ou em buracos piores ainda. Algumas cenas são propositalmente cortadas abruptamente, justamente para dar a sensação de que o filme foi mal editado e nem se empolque com a pinta das musas de Grindhouse, pois a exploração sexual do filme está em rolos que foram "perdidos" e ficaram fora da edição final. Planet Terror é um filme de terror, parecido com os filmes de Romero com uma overdose de anfetamina e que vai acabar e você vai ficar querendo mais. Pode acreditar.



Death Proof
Em Death Proof, o diretor de Kill Bill entrega o filme menos tarantinesco de todos seus últimos trabalhos. Famoso por criar diálogos incessantes e cheios de referências pop e filmes de loooonga duração, Tarantino oferece uma versão, mais light de si mesmo aqui. Sim, o filme tem diálogos desenfreados e referências pop, leia-se referências ao gosto pessoal de Tarantino, porém, como o filme tem apenas 90 minutos, ele não pode se estender tanto, quanto provavelmente ele gostaria. Para falar a verdade todo o primeiro ato do filme é muito bem armado e serve para você se interar muito bem com os personagens da trama. Vamos então para Stuntman Mike. Yeah, a volta do Kurt Russel fodão as telas. Já era hora, não? Ele já está fazendo filmes como o pai da noiva, o pai do herói, o pai da menina no filme de cavalo, sério, o cara é o Snake Plissken caralho!

Tarantino faz aqui sua homenagem aos grandes filmes de perseguição de carro e aos grandes dublês que arriscavam seu rabo por uma cena insana que era gravada de 246 ângulos, só para os editores se divertirem e o diretor fazer o replay da cena mais 125 vezes no produto final.

Tarantino anunciou Death Proof sendo um slasher film, você sabe, como Sexta-Feira 13, Halloween e outros do gênero, porém ele avisou que o seu assassino seria um piloto e que o filme teria toda a estética e estrutura de um slasher film, só que com uma pequena reviravolta onde ele criaria uma exceção a regra dentro das regras, entendeu? Digamos assim, o diretor criou vanguarda no gênero e apesar de brincar com todos os clichês de filmes de assassinos indestrutíveis conseguiu criar algo fresco. Death Proof conta a história do assassino Stuntman Mike que persegue jovens mulheres e mata elas em seus carros [um 1971 Chevy Nova SS e um 1970 Dodge Charger] que são uma máquinas infernais tunadas e com um aspecto singular sobre eles: eles são à prova de morte. Porém, essa qualidade é aplicada somente ao banco do motorista e o resto você pode imaginar. Pensando bem, Stuntman Mike é o assassino mais insano de todas as séries de filmes sobre assassinos indestrutíveis. É claro, a regra tem que ser aplicada aqui, o assassino não pode morrer e ele sempre vai lhe alcançar, porém Stuntman Mike é como você e eu, ele sangra, ele se quebra e mesmo assim ele continua em sua caça.

Death Proof é recheado de belas atrizes se drogando e prontas para sacanagem como todo bom slasher film, a diferença nesse filme é que o elenco é bom e as mulheres são inteligentes e engraçadas; marcando presença pela sua força de seu caráter e não pela nudez gratuita que é praticamente inexistente. Isso, os dois diretores deixam bem claro, as mulheres comandam.

O grande trunfo de Tarantino é realmente transformar personagens marginais e ordinários à primeira vista em figuras supercool, pessoas genuinamente interessantes e vamos lembrar que esse não é o aspecto mais comum em personagem de filmes do gênero. Ponto que ele fez de tudo para escapar, o corriqueiro. Death Proof é tudo menos entediante, o filme vem lhe amarra em sua teia, lhe dá umas boas pancadas no cérebro e te deixa viciado até o corte final. Falando nisso, o corte de Death Proof é algo fantástico. Tarantino buscou os elementos mais legais em filmes de perseguição e slasher film para poder criar um background de artifícios que ele pudesse reclicar e usar de maneira correta. A edição do filme é uma das mais legais dos últimos anos. Com toda essa parafernália jogada dentro de um liquidificador como a cabeça de Tarantino, o resultado é primoroso.



Grindhouse
A união dessas duas figuras, Tarantino e Rodriguez, trouxe mais dois clássicos para o cinema, os dois são colaboradores de longa data e devem trazer mais projetos combinados para o cinema no futuro. Sério, você não tem como perder, dois pelo preço de um e dois filmes, que pelo jeito que anda o cinema americano, valem muito mais até. Diversão garantida em dois filmes despretensiosos e arrojados dentro de um estilo que se não estava morto foi há muito tempo esquecido e deixado de lado pelos estúdios.

por Tag Brum

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